"Dinossauros" Land Rover se reencontram em Brotas



Foi um dia histórico no qual  não faltaram  boas recordações e muita alegria.
No último fim de semana, 25/26/27 de Junho a Bearmach Brasil, distribuidora de peças Land Rover promoveu o I Encontro "Dinossauros" Land Rover, na verdade um reencontro de velhos amigos e ex- funcionários, fornecedores Land Rover do Brasil,um evento singular,que nasce com pinta de crescer e  repetir - se anualmente.

Mas porque um evento como esse foi organizado por uma ditribuidora de peças e não pela própria Land Rover ?


Bob Harrison e Nelson Garcêz,(Na foto com as esposas) titulares da Bearmach Brasil foram, junto com uma pequena equipe, na qual eu  tenho tive a honra de pertencer, pioneiros da marca no Brasil.
Essa equipe, formada pelos primeiros executivos ingleses e brasileiros, concessionários e fornecedores de serviços, na verdade foi a mais apaixonada e determinada e, na prática introduziu a marca e criou seu prestígio em nosso País.

Da esquerda para a direita:Claudio Romi Zanaga da Auto4,Luiz Fraga Moreira da Specialist,Milton Tesserolli da Landscape (RJ), Domênico Montalbano, da Experts 4x4,José Henrique Verginelli da Delphi,Caio Ferrari do Caféxpress,Ataliba da Primavera da Serra,
Marco Aurélio da Autostar,Ricardo Panessa da Agua Doce,Bob Harrison da Bearmach,Severino da Bearmach,Nelson de Almeida Filho do BORAC,,Filipe Macri de Almeida da by Evaldo,Ronald Fritz Koepke da Land-Ronald,Liam Brennam da MBI,Nelson Garcez da Bearmach e Sergio Miranda, ex Eurobike, acompanhados pelas esposas, namoradas e filhos. 

Essa paixão e a saudade dos velhos companheiros motivou a criação do encontro.
Na Fazenda Primavera da Serra o cenário natural , a pista 4X4 e a tela de projeção de vídeos criou um clima familiar e festivo, propício e próprio dos velhos encontros nacionais da marca.


Para visualizar mais fotos veja o link no Picasa

Se você é proprietário de um Land Rover  ou apaixonado pela marca e quer participar  dos encontros  entre em contato conosco.

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Alien Vs. Predador


Texto de autor desconhecido retirado da Internet Nos fala de uma realidade clara e presente nas  etiquetas  da maioria dos produtos que já consumimos há algum tempo, nos free shop, nas 25 de Março da vida, nos supermercados..
O Ocidente parece estar engolindo uma cobra que pode se transformar em um Alien futuro. Que o Brasil preserve suas indústrias, que por sí têm a vantagem dos anticorpos adquiridos na sua auto - preservação, sempre ameaçada pelos altos impostos do governo.Que os Direitos Humanos olhem e ajam. Se tiverem olhos para tal.



Voltei da China Impressionado!
Um determinado produto que o Brasil fabrica um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões... A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante. Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas... Com preços que são uma fração dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares. Um operário brasileiro equivalente, ganha 300 dólares no mínimo que, acrescidos de impostos e benefícios, representam quase 600 dólares. Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios...
Hora extra? Na China? Esqueça. O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego, que trabalha horas extras sabendo que nada vai receber... Essa é a armadilha chinesa. Que não é uma estratégia comercial, mas de poder. Os chineses estão tirando proveito da atitude dos marqueteiros ocidentais, que preferem terceirizar a produção e ficar com o que "agrega valor": A marca.
Dificilmente você adquire nas grandes redes dos Estados Unidos um produto feito nos Estados Unidos. É tudo "made in China", com rótulo estadunidense.
Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas... Mesmo ao custo do fechamento de suas fábricas. É o que chamo de "estratégia preçonhenta". Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila as táticas para dominar no longo prazo. As grandes potências mercadológicas que fiquem com as marcas, o design... Os chineses ficarão com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais. Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de tênis pelo mundo. Só na China. Que então aumentará seus preços, produzindo um "choque da manufatura", como foi o do petróleo. E o mundo perceberá que reerguer suas fábricas terá custo proibitivo. Perceberá que tornou-se refém do dragão que ele mesmo alimentou. Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos...
Uma inversão de jogo que terá o impacto de uma bomba atômica... Chinesa. Nesse dia, os executivos "preçonhentos" tristemente olharão para os esqueletos de suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando bocha na esquina, para as sucatas de seus parques fabris desmontados. E lembrarão com saudades do tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho dos chineses e vendendo caro a seus conterrâneos... E então, entristecidos, abrirão suas marmitas e almoçarão suas marcas.

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Alemães já tinham jipes antes dos americanos




E eram revolucionários, com suspensão independente, bloqueio nos diferenciais e tração integral. O projeto inicial previa também direção nas quatro rodas mas esse sistema jamais entrou em produção. Foram fabricados pela  Stoewer , Hanomag e finalmente pela BMW. As empresas juntas produziram cerca de 7.500 veículos, de 1936 a 1940 com o nome
325 Leichter Einheits-Pkw . Tinham um motor 6 cilindros e uma autonomia de apenas 240 km. Atualmente se sabe de apenas uma unidade desses veículos que foi restaurada por um tal de Udo Beckmann, da cidade de Siegen.



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Pachamama nos cinemas

Em 2007 participei de uma incrível viagem pelo Peru e Bolivia dando apôio ao cineasta  Erik Rocha na realização de um documentário sobre o momento político daqueles países. O filme está pronto e nos cinemas de São Paulo e Rio.
Busque pelo nome "Pachamama" e vá assistir.
Em São Paulo , Cine Bombril, Espaço Unibanco e Unibanco Arteplex.


Uma viagem do cineasta ao Peru e à Bolívia, onde encontra a realidade de povos historicamente excluídos do processo político. A palavra "pachamama" – que dá título ao filme, significa para os indígenas andinos “mãe-terra” e designa a deusa agrária dos camponeses. No documentário, o cineasta Eryk Rocha, filho de Glauber Rocha, narra sua experiência pela floresta brasileira em direção à fronteira com Peru e Bolívia, onde encontra a realidade de povos que, pela primeira vez na história, buscam uma participação efetiva na construção do seu próprio destino. Foram 30 dias de filmagem divididos entre a realidade amazônica e a andina, revelando um continente em ebulição, perpassado pela cultura milenar andina, que irradia pelo continente sul-americano.
 (O Globo)

Assista o trailler:
Pachamama o filme      www.youtube.com/watch?v3oZdTHp5aQg

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O avô do Jeep era o carro do Mickey e do Pato Donald

Aprovado na Europa e ridicularizado nos Estados Unidos, o Austin Seven, tornou-se um símbolo na industria automobilística mundial.


O Austin Seven , cuja história é tão apaixonante, como a que se sucedeu após a II Guerra com seu neto, tem aficionados que espalham-se pelo mundo de língua inglesa e creditam sua criação como marco inicial do desenvolvimento da indústria automobilística britânica. Mas não foi só lá que o Austin Seven deixou suas marcas.


Foi na Inglaterra , em 1922 na sala de bilhar em uma pequena e quase falida fábrica de ciclomotores de Herbert Austin que um jovem aprendiz de desenhista chamado Stanley Edge criou um veículo que viria ser a salvação da empresa e um marco na história dos automóveis.
Com apenas 750 cc e a fantástica potência de 10 bhp-, o carrinho, que desafiava tudo aquilo que havia sido projetado até então, foi um sucesso de vendas.Consagrou-se um verdadeiro aliado na economia de um país com as dificuldades em um período de pós-guerra (I Guerra Mundial) e garantiu uma frutífera sociedade a Edge.
Custava barato e garantia a comodidade e conforto de um automóvel com as despesas simples de uma moto.



A nossa história começa a ter ligação com
 o Jeep a partir de 1930, quando foi fundada
 a American Austin Car Co. instalando-se
 em Butler, Pensilvania.
A Austin Americana tinha pretensões de conquistar o mercado, à beira da depressão, com aquele veículo cheio de qualidades práticas, a um custo inicial de U$ 445 dólares. Mas, o usuário americano, acostumado a outros padrões de veículos e de economia, não aprovou definitivamente a aparência dos pequenos A-7.




A estimativa otimista da fabricação de 180.000 veículos no primeiro ano da American Austin resumiu-se ao acanhado número de 8500 unidades, passando para 1300 no segundo ano e não mais crescendo, até que, praticamente falida, foi vendida , em 1935 a um de seus próprios diretores, Roy Evans, por R$ 5.000 dólares.

  Com nova denominação, agora American Bantam Car Co. a empresa foi recapitalizada investindo em uma nova e moderna carroceria e em um motor mais potente, agora com 20 cv. Novamente o carro não chegou a emplacar no gosto americano e somente mais 2720 veículos acabaram sendo produzidos em diversas versões.Seu maior sucesso havia sido como protagonista dos desenhos animados do Pato Donald e Mickey.



Agora dá para entender porque a figura do Jeep faz renascer um espírito quase infantil em todos os seus proprietários. Desde pequenos, mesmo aqueles que conheceram o Jeep na sua época de criação, jamais puderam deixar de associá-lo a algo divertido e com todas as qualidades heróicas de um verdadeiro personagem de histórias em quadrinhos. Olha aí quem era o avô dele:



Em 1937 a Austin inglesa abandonou definitivamente a base dos A-7 partindo para modelos maiores e a Bantam insistiu até 1940, quando um fato inesperado transformou um A-7 no embrião do que seria um dos modelos de veículos mais importantes já fabricado, o Jeep.


Veja de onde veio o Dna do Jeep e divirta-se:

PWA7C WINTER TRIAL 2007 PART 1 
http://www.youtube.com/watch?v=yxoDdG6f4PM&feature=related

Nelson de Almeida Filho
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Curiosidades sobre o Austin Seven

DNA Inglês


O carro logo chamou a atenção de outras fábricas  européias e já em 1928 transformou-se, sob licença, no Dixi, o primeiro veículo da marca BMW, que anteriormente só tivera antecedentes na fabricação de motocicletas e motores para aviões.

O primeiro carro da BMW, o Dixi, baseado no Austin 7

        Dixi de competição







No Japão, uma cópia do A-7, chamado Nissan
foi produzido, também provavelmente sob licença.


Antes da Segunda Guerra já era comum nas
 pistas da Inglaterra competições envolvendo
veículos originados dos Austin Seven , todos com motores 750 cc envenenados. A guerra
 trouxe uma pausa nestas competições, mas em 1952, um engenheiro britânico chamado
Colin Chapman trouxe nova vida à estas competições com seu modelo Lótus, um
A-7 totalmente modificado e com características inovadoras de aerodinâmica.
 O sucesso foi tão grande que Chapman começou a fabricar veículos semelhantes
 sob encomenda.
Alguém já ouviu falar de Lótus?
                                                                               
                                                                               

                                                                    20 II Versão aerodinâmica do A7, mas já com cara de Lótus

Lotus 20 - Restaurada e ainda correndo no UK


Outro carro famoso que possui o gene dos A-7 foi produzido em 1951 pelos primos Graham e Eric Broadley que modificaram uma versão de competição adequando-lhe um motor Ford e obtendo inúmeros excelentes resultados. O carro chamou-se Lola , que tornou-se uma marca muito conhecida nas décadas de 60/70, servindo de base para a produção de diversos esportivos de sucesso, inclusive o Ford GT-40.                        




               

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De Mickey a Eugene, the Jeep







 Era novamente o palco da guerra que necessitava , desta feita,de um veículo com todas as qualidades possíveis para a agilidade nos modernos campos de batalha. A indústria americana sería capaz de desenvolver quase todos os itens exigidos pelo Governo para um novo e revolucionário veículo. Menos um: O veículo deveria ser leve e... muito pequeno.

A concorrência rolou por muitos meses sem resultado.

Roy Evans havia anteriormente emprestado três de seus Austin/Bantam à Guarda Nacional da Pensilvania a título de testes nos serviços gerais de reconhecimento. Animado com os elogios obtidos pelos oficiais apresentou-se como pretendente à construção do novo veículo para as Forças Armadas. Além dos prazos já estarem praticamente esgotados,a Bantam era uma empresa fechada e tinha então apenas quinze funcionários. Sua situação financeira era precária e esta seria a sua ultima cartada. Consultado para liderar o projeto, o engenheiro Karl Probst, um dos diversos sócios que passaram pela Bantam titubeou mas lançou-se desenfreadamente aos desenhos. O Exército aceitara o desafio e a Bantam mais ainda. Teriam menos de uma semana para apresentar seu plano e apenas dois meses para concluir o primeiro protótipo para testes.

Probst havia sido consultado no dia 17 de Julho de 1940. No dia 22, ou seja, 5 dias depois a 400 quilômetros de Butler em Hollabird, das 135 empresas convidadas a apresentarem seus projetos, apenas duas compareceram - A Willys e a Bantam.

A proposta da Willys era inferior à da Bantam e a empresa confessou se impossibilitada de entregar o modelo – piloto no prazo que agora se reduzira a 49 dias. Por isso a proposta da Bantam foi aceita.

Nascia daí o primeiro Jeep, ainda sem nome, cuja especificação era a de caminhão de reconhecimento leve com ¼ de tonelada.

No círculo Karl Probst

 Apesar de apresentar o protótipo em tempo hábil, de participar de todas as etapas de testes e desenvolvimento do veículo, a Bantam acabou injustiçada pelo grande jogo de interesses que se seguiu à criação do veículo. Após um pedido de 70 veículos, segui-se outro de 1500. Enquanto a Bantam fabricava seus carros, Ford e Willys, beneficiadas pala grande influencia junto às Forças Armadas desenvolviam seus protótipos, corrigindo todos os defeitos apresentados pelos Bantam. Em pouco tempo seria instituída uma concorrência desleal, da qual Ford e Willys sairiam vencedoras com produtos melhores que os da Bantam , melhor capacidade de produção em grande escala.
 
Protótipo Bantam. No volante, Michael Shumacker,.. he..he..



Linha de produção pré - serie da Bantam


Uma da exigências governamentais era que uma parte dos veículos produzidos tivesse direção nas 4 rodas. Mas nunca foram produzidos em série. 




Apesar de intensa luta jurídica e de contar com a
 simpatia do público e imprensa, a Bantam teve,
finalmente de contentar-se com contratos para a
fabricação de carretas , as quais fabricou cerca
de 100.000 até o fim da guerra , e equipamento
hidráulico para lanchas torpedeiras e aviões.




Ford e Willys fabricaram cerca de 650.000 jipes entre 1942 e 1945, tendo a Willys continuado sua produção para o mercado civil após o término da guerra.

O Jeep dera a Bantam o seu primeiro lucro desde sua criação em 1935. A empresa anunciou um lucro de U$ 16.965 dólares em 1941,uma verdadeira porcaria. Apesar de continuar fazendo traillers após o término da guerra, em meados de 1952, sua folha de pagamentos, que anteriormente chegara a 2.000 funcionários estava reduzida a 175.

Finalmente em 1956, a pequena e corajosa American Bantam Company, que não só criara, mas que havia realizado o mais importante trabalho no desenvolvimento do jipe como o conhecemos hoje foi à falência, tendo fabricado em toda sua historia menos de 5.000 veículos, entre os Austin e os Bantam.
Sua melhor fase foi de 1940 a 1941 quando produziu 2.675 jipes .








Nelson de Almeida Filho


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O Jeep também foi pai do Pajero.



Sempre que o termo 4X4 é mencionado , o nome “Jeep” soa como uma referência mundial, por sua honrosa história de tarefas cumpridas, por seu exemplo de força e agilidade.
Descoberto pelo mundo após a II Guerra Mundial, o Jeep foi fabricado em diversas partes do mundo. No Japão, curiosamente, a fabricante tradicional do velho Jeep foi nada mais, nada menos que a Mitsubishi, que, sob licença, fabricou mais de 30 diferentes modelos entre 1953 e 1998 (!). Já em 1955, vislumbrando o nascimento de um 4X4 com projeto próprio, o então modelo CJ3B-J-10 serviu de base para o lançamento do protótipo Pajero, acreditem se quiserem.

Em 1952, a Shin Mitsubishi Heavy - Industries Ltd. Assinou contrato com a americana Willys Motor Company pra montar os ´primeiros modelos Jeep no Japão .

Pelo sistema CKD (Complete Knocked down), a primeira remessa de 554 unidades deixou as portas da fábrica em 1953 em duas versões chamadas de J1 e J2. Neste ano, a Willys iniciou a produção dos modelos CJ3B com o motor Hurricane e a novidade foi adicionada ao projeto japonês que discretamente iniciou uma linha de montagem com peças feitas no próprio Japão. Fabricados durante 45 anos,praticamente com o mesmo desenho, os Mitsubishi Jeep tiveram variações diversas, em plataformas com curtas e longas distancias entreeixos e versões Station -Wagon, como nossa antiga Rural, picapes, veículos militares entre outros motores à gasolina e diesel 4 cilindros.

Em 04 de junho de 1998 , produzindo veículos com extrema modernidade com o próprio Pajero, finalmente a Mitsubishi anunciou o fim de produção do velho Jeep, um sucesso comercial de décadas, gerador de outros produtos como o Mahindra, na Índia, o Jeepney, nas Filipinas, o Beijing, na China e o Korando, da Coréia. Ao todo foram produzidos no Japão cerca de 200.000 veículos, a maioria vendida para órgãos do governo e para os aficcionados em 4X4, que atualmente mantém clubes que reverenciam a marca e suas proezas.

Nelson de Almeida Filho

Fungos !


Desse grito de dor todos estão presentes

E desses olhos assustados, cansados de si mesmos
saem imagens do mundo que você criou para si

Agora e para todo o tempo,
até que você seja o menor entre os menores !

Terra, planeta de fungos .

Arte - 1979
Nelson de Almeida Filho 1972

Jeepshow de Natal

D ei uma grande mancada nos meus amigos de Natal neste ano depois que fui convidado para a abertura do Jeepshow, um dos eventos mais antigos de Jeep Clube do Rio Grande Norte que comemorou 25 anos de existência e não pude comparecer.
Fiquei muitissimo constrangido mas não podia fazer nada diferente. Mandei uma carta para a abertura que foi integralmente lida pelo amigo e fundador Aldemar de Almeida, na solenidade que aconteceu na Assembléia Legislativa.Sou muito honrado por isso.

 
Amigos de Natal. No próximo eu vou nem que chova canivetes.

Fica aqui o registro, e no Youtube.

http://www.youtube.com/watch?v=n24Egl0pRL0&feature=related


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Quadrinha



Olimp...piada


Melhor para o Brasil ter declinado
Ao invés de chorar,ter sim lembrado
das derrotas do dia a dia

Mostraria  assim ao mundo
seu crescimento e maioridade
Trocando o que é pano de fundo
que esconde toda a verdade
Pelo o que é realmente necessário
Pelo que é prioridade

Mostraria assim a face
Na  deslumbrada surpresa
de um pais que hoje renasce
Não só de sua beleza
Mas curando suas feridas
Mantendo outra pira acesa

Se a questão é tornar-se importante
Alguém do primeiro mundo
o melhor exemplo do instante
Era uma análise sólida, a fundo
Da grana que se irá gastar
Do bolso de um moribundo.

Então a festa era completa
para  todo o mundo ver
Somos uma equipe seleta
que aprendeu, enfim, a escrever
Que vive sem violencia
 Tem  cultura, saúde e pão
Que se gaba da presidência
Que se orgulha de uma nação



Nelson de Almeida Filho


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Sophia e seu primeiro Natal





Virei o ano vovô !


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Tchurma da MPB-Foto histórica



Para ampliar clique na imagem
      















Enviada pelo amigo Julio Carone


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Ètica no Off - Road




Apesar do nome, o Jeep Clube do Brasil, desde sua fundação em 1981, jamais tomou postura de entidade soberana, tal qual uma federação de off road, coisa assim.
Nossa ideia desde esse começo foi que a atividade se desenvolvesse de acordo com sua região, já que vivemos em um país continental e era quase impossível se criar uma fórmula que coexistisse naturalmente entre grupos com até 6.000 quilometros de distancia entre si.
Além disso, o primeiro clube Off Road da América do Sul nascia exatamente em sua maior metrópole, cenário que,de off-road não tinha absolutamente nada! Estávamos falando de 1981, quando não havia GPS, celulares, a NET, e- mail, etc....Nós mesmo teríamos muito a aprender com o desenvolvimento nacional da atividade. O Off Road era novidade para todos nós.

Quase tres décadas depois podemos dimensionar a atividade 4X4 no Brasil e reconhecer claramente o perfil de cada segmento off road que foi criado. Do extremo Chuí à Divisa com a Venezuela,nossos clubes e grupos acabaram por influenciar também no nascimento e desenvolvimento da atividade em outros países da América do Sul. Fomos os primeiros a realizar e divulgar o Off Road, sempre como atividade de lazer, turismo e esporte, em todo o continente sulamericano. A atividade cresceu e ramificou-se. Criou hábitos e vicios personalizou-se, agradou e desagradou.
Hoje é chegada a hora de cortar as aparas, absorvendo o que há de bom nas ações , repudiar o contrário e criar um comportamento único que una definitivamente os grupos brasileiros. Na verdade esse momento se manifestou há doze anos atrás, quando a atividade ja´deixava claro sua personalidade. Aconteceu o primeiro Festival Brasil Off Road em São Paulo e lançamos, então a ideia de um manual nacional de Ètica no Off Road, um documento comportamental que, finalmente alinhasse o pensamento de todos os clubes. Passado este tempo podemos, divulgar que o documento foi lançado agora, no dia 23 de Outubro dia de inauguração do Festival 2009.

Saiba mais sobre os princípios de ética Off -Road e leia o texto completo no endereço:
http://eticaoffroad.blogspot.com

Esgotou-se a primeira edição do livreto "Princípios de Ética Off -Road"


Lançado no Festival Brasil Off Road neste fim da semana em São Paulo ,5.000 livretos dos Princípios de Ética Off-Road foram distribuidos entre representantes de clubes de todo oPaís e se esgotaram em tres dias. Nossos agradecimentos ao pessoal da Revista 4X4&Cia., que publicaram o livreto.

A placa que voces estão vendo aí do lado pode não existir ainda. Mas o seu significado, sim. Na Europa e Estados Unido já existe, inclusive nas legislações. Em minhas diversas viagens pelo Brasil já pude constatar o dano ambiental causado por alguns grupos de 4x4, em locais totalmente impróprios para a prática da atividade e seu reflexo negativo na opinião pública local

Pude ver atos de pura falta de responsabilidade que colocaram em risco a segurança de muita gente, bebedeiras. Pude ver, principalmente, atos isolados que repercutiram para o prejuiso moral de todo o trabalho desenvolvido pelos clubes organizados em muitos anos.
Tudo isso em cima de um 4X4, com adesivos identificadores,camisetas, gritos de guerra, etc...


Mas pude ver também ações de heroismo em diversas calamidades,cenas de companheirismo emocionantes, de solidariedade. Famílias que se formaram a partir dos encontros e raides, das trilhas e principalmente muita gente feliz por ter encontrado um grupo alegre , sadio e exemplar.Ví muitos solitários se encherem de amigos e amizades que se perpetuaram.Vi também muitos 4X4 condenados à sucata renascerem pelo trabalho desapegado, passarem a ser razão de felicidade, do empreendedorismo.O Off road gerou profissionais e amadores. Gerou empregos oportunidades de se conhecer melhor o nosso País de maneira legítima, como ele realmente é. Me orgulha muito saber que se pode ser recebido como amigo em qualquer parte do País onde houver um grupo 4X4.Ou mesmo um só participante de um grupo, ou adepto à atividade.

Saiba mais sobre os princípios de ética Off -Road e leia o texto completo no endereço:

http://eticaoffroad.blogspot.com
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Musicas no Junke Box

Achei este site interessante para quem gosta de registros musicais de todos os tempos.No link abaixo pode-se ouvir os sucessos da década de 40. Para aqueles, como eu, que gostam de veículos militares da época é interessante saber o que se ouvia entre as batalhas ou no curto intervalo entre as grandes frentes de trabalho que a II Guerra exigiu de todos os povos.
Um contraponto à desgraça.
Mas também há seleções de outras décadas como as de 50,60, 70 e 80, sempre bem vindas.
http://upchucky.com/music-jukes/40s/player.html


Já nesse endereço abaixo, voce ouve os

sucessos por ano e alguns vídeos interessantes de época, como o Stepenwolf com o célebre "Born to be wild" e Credence Clewater com "Midnight Special", ambos sucessos da década de 60.
http://upchucky.com/

Divirtam-se!
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